Medusina

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Em 2017 foi observada a ocorrência de queimaduras (envenenamentos) causados por águas-vivas (medusas) em proporções acima do normal, com mais de 100.000 casos apenas no litoral de Santa Catarina. Somado aos registados no Paraná e Rio Grande do Sul e aos repetidos surtos de mais de 50.000 casos nos últimos verões, existe uma real demanda de ações de prevenção pela Saúde Pública. Também resultam, inconscientemente, no desestimulo da procura de determinadas praias ou balneários por parte dos turistas, gerando problemas econômicos locais.

Além da questão do turismo, os  invenenamentos causados por medusas têm interferido nas práticas de esportes aquáticos, como o surf, assim como nas atividades de pesca onde pescadores ficam expostos a estes organismos quando manipulam o pescado e as redes de pesca. As loções protetoras de envenenamento por medusas, existentes em outros países, tem a formulação produzida por um único fabricante (Medusyl – Israel) e que é comercializada para toda a Europa e Estados Unidos. Entretanto, a sua eficiência para evitar o envenenamento pelas espécies locais do Brasil ainda não foram comprovadas.

Pesquisas levaram a descoberta de um princípio ativo abundante no Brasil, que apresenta a capacidade de inibir o mecanismo de envenenamento, o qual foi denominado Medusina – repelente de águas-vivas e está em processo de patente no INPI desde 2016. 

Como o princípio ativo pode ser facilmente obtido comercialmente, o objetivo agora é incorporá-lo a um protetor solar, de modo a se ter um produto com a função de proteger da queimadura solar e, ao mesmo, do envenenamento por águas-vivas. Este produto agregaria valor a um protetor solar, além de ser mais prático em termos de aplicação e de uso por banhistas frequentadores em balneários de risco. Entretanto, ensaios com o princípio ativo em formulação ou associado a protetores solares físicos e químicos tem resultado em produtos não estáveis ou tem anulado a sua capacidade de atuar como inibidor do envenenamento. Apesar disto, mais de uma indústria catarinense já demonstrou interesse na tecnologia, mas o desafio para uma formulação estável e funcional necessita ainda ser resolvido.

Diferencial Inovativo

Com apenas um produtor mundial deste produto, de origem israelense, o produto proposto inexiste no Brasil. A patente por nós requerida é ampla e genérica, não se conflita com a israelense e pode vir a ser expandida globalmente, uma vez que se comprove sua eficiência para outras espécies de águas-vivas e não somente limitada para a região Sul do Brasil, com as quais os estudos foram realizados até o momento. Também detemos o know how e o modelo de testes de ensaios pré-clínicos e clínicos (emexecução, inclusive).

Proposta

Buscamos alternativamente:

1) Empresa parceira ou prestadora de serviço para o desenvolvimento da formulação estável e bioativa (os testes de atividade biológica são conduzidos pelos pesquisadores detentores da propriedade intelectual).

2) Indústria farmacêutica interessada em adquirir a patente e explorar o mercado.

Para entrar em contato envie e-mail para: 

medusina@vedha.com.br   ou clique no botão abaixo para falar com nossa equipe.